domingo, 13 de janeiro de 2013

Richard Wayne Landers Jr. desaparecido há 19 anos foi raptado pelos avós

 
Um rapaz norte-americano desaparecido quando tinha cinco anos foi encontrado, agora, 19 anos depois. Foi raptado pelos avós paternos que mudaram os nomes e foram viver para outro Estado dos EUA.
 
 
- Richard Landers Jr. quando tinha cinco anos -
 
 
 
Richard Wayne Landers Jr. tinha apenas cinco anos quando desapareceu de Wolcottville, uma cidade do Indiana, raptado pelos avós paternos que o levaram para o Minnesota.

Questões quanto à regulação da custódia do menor terão motivado os avós a desaparecer com o neto.

Ron Galaviz, da polícia do Indiana, explicou que os avós estavam procupados com o facto de o filho deles e pai de Richard Wayne Landers Jr. nunca estar presente e por Lisa, a mãe, ter voltado a casar com Richard Harter quando o neto tinha quatro anos.

A polícia do Indiana encontrou Landers graças ao número de Segurança Social. Os avós, a viverem com nomes falsos numa cidade vizinha, confirmaram a verdadeira identidade do neto.

Lisa, a mãe, "saltou de alegria", segundo contou o marido Richard Harter, quando foi informada pela polícia da localização do filho. Segundo contou Harter, "ela é a mulher mais feliz à face à Terra".

Richard Harter e a mulher esperam poder estar em breve com o enteado.
 
 
 
 
 
in JN online, 13-01-2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

Michael Luiz da Silva

 
Pedido de localização
 
 
 
 
 
Recebemos um e-mail de Naldilene Aparecida Gonçalves dos Santos - naldylene@yahoo.com.br - solicitando a nossa colaboração para localizar o seu cunhado Michael Luiz da Silva (na foto) que estará em Portugal, no Porto, Fafe ou Cabeceiras de Basto.
 
Michael Luiz da Silva tem 39 anos, veio para Portugal em 2006 e desde 2007 que a família não tem notícias dele.
 
Qualquer informação que possa ser útil para a sua localização, deverá ser transmitida através do e-mail mencionado em cima.
 
 
 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Adelino de Jesus Monteiro (atualização: já foi encontrado)


 


(Foto removida após ter sido encontrado)









Pedido de divulgação recebido por e-mail.


Nota sobre a atualização do post:
Recebemos por e-mail, hoje, sábado, 01-12-2012, a informação de que o senhor Adelino de Jesus Monteiro já foi encontrado.

domingo, 18 de novembro de 2012

Portugueses procuram filhos roubados em Espanha


Há dois anos que famílias portuguesas procuram filhos desparecidos em Espanha. Crianças roubadas por um esquema de venda de bebés que começou na ditadura de Franco.

Quatro famílias portuguesas continuam à procura dos seus filhos roubados em Espanha, desde a ditadura de Franco até à década de 90 do século passado, um caso que o Expresso está a acompanhar.
 
Dois portugueses casados com espanholas, um casal e uma mulher já viúva disseram ao Expresso que não vão desistir de encontrar os filhos desaparecidos num esquema de alienação de crianças das suas famílias originais que terá atingido 300 mil pessoas em Espanha.
 
A situação das crianças desaparecidas em Espanha começou a ser desvendada, em 2008, quando a Associação para a Recuperação da Memória Histórica apresentou, no Tribunal de Instrução de Madrid, informações sobre mais de 20 roubos de bebés, durante o franquismo.
 
Um mês depois, o juiz Baltasar Garzón denunciou que milhares de crianças espanholas tinham crescido em famílias que não eram as suas. Em toda a Espanha, apenas num ano, foram feitas 1500 denúncias, mas 25% acabaram arquivadas por falta de provas.

As primeiras vítimas deste esquema de alienação familiar foram as combatentes republicanas que lutaram na Guerra Civil. Presas, só podiam ficar com os filhos até que estes completassem três anos, a partir dessa idade, as crianças eram entregues às famílias apoiantes de Franco.
 
Em 1941, uma norma legal determinou que os pais das crianças que ingressassem em instituições assistenciais do regime franquista perdiam o poder paternal, passando-o ao Estado.

Na fase inicial, 30 mil crianças terão sido afastadas das suas famílias. Com o tempo, o sistema aperfeiçoou-se, mas a metodologia era sempre a mesma: retirava-se o recém-nascido à mãe, com o argumento de que era necessário colocá-lo na incubadora. A seguir, comunicava-se a morte do bébé ao pai. Noutro quarto, uma mulher que dera entrada na maternidade, simulando estar grávida, pagava e recebia o bebé como seu.
 
Para tudo funicionar melhor, eram falsificadas certidões de nascimento e de óbito. Numa das unidades hospitalares haveria, inclusive, um bebé morto, guardado num congelador, e que era mostrado aos pais mais insistentes.

Alguns portugueses, imigrantes em San Sebastián, não conseguiram escapar a este sistema. Fragilizados economicamente e sem o domínio da língua local, foram alvos do roubo de bebés. Não desistem de encontrar as crianças, já fizeram queixas na polícia e aderiram à associação de familiares que procuram crianças desparecidas.

 

Conheça as suas histórias in Expresso online, 18-11-2012

 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Espanha: Foram encontrados os restos mortais dos irmãos Ruth e José desaparecidos em Córdoba

 
«Os restos mortais de Ruth e José, de seis e dois anos, que desapareceram a 8 de outubro passado, em Córdoba, Espanha, foram encontrados entre as cinzas de uma fogueira na propriedade dos avós paternos.


 


A polícia tinha analisado umas ossadas queimadas numa quinta, em Córdoba, pertencente à família de José Bréton, pai de Ruth e José, na sequência do desaparecimento das crianças, a 8 de outubro passado, quando estavam num parque em Córdoba, segundo o relato do progenitor.

As autoridades concluíram que eram restos mortais de animais roedores e não restos humanos. No entanto, a família de Ruth Ortiz, mãe das crianças, solicitou um relatório externo, realizado pelo antropólogo Francisco Etxeberria, vice-diretor do Instituto basco de Criminologia, que concluiu que as ossadas encontradas na fogueira "são de Ruth e José".

A unidade de criminologia violenta já confirmou o resultado deste relatório externo, no qual o antropólogo sugere que o pai das crianças construiu uma espécie de forno crematório, com uma chapa e tijolos, para conseguir atingir uma temperatura superior a 800 graus centígrados de forma a pulverizar os corpos e destruir provas.

Os restos mortais não podem ser submetidos a teste de ADN, mas verificou-se que as amostras pertencem a duas crianças com idades entre seis e dois, idades que tinham Ruth e José.

Crianças desapareceram à guarda do pai

Ruth e José, de seis e dois anos, respetivamente, desapareceram a 8 de Outubro. Nunca mais foram vistos desde aquele fim-de-semana que passavam na companhia do pai, em Córdoba, Espanha.

Os pais das crianças estavam em processo de divórcio. O pai tinha-se mudado para Córdoba com a família, enquanto a mãe permaneceu em Huelva com os filhos. Na manhã do dia 7, o pai foi buscar os dois irmãos a casa da avó materna, no intuito de passar o fim-de-semana com eles.

Ao final da tarde do dia 8, diz que foi ao parque infantil Cruz Conde com os filhos. Segundo o depoimento prestado às autoridades, Bréton afirma ter desviado a atenção por breves momentos e, quando voltou a olhar para a área de recreio, Ruth e José tinham desaparecido.»
 
 
 
in JN online, 27-8-2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

EUA: Restos mortais de jovem desaparecido há 30 anos encontrados numa floresta

«Funcionários do Serviço Florestal de Umatilla, no estado norte-americano de Oregon, revelaram ter encontrado os restos mortais de um jovem deficiente mental de 21 anos que se encontrava desaparecido há 30 anos.

Os funcionários afirmam que os testes de ADN correspondem a Keith Zunke, que desapareceu durante uma viagem de estudo na floresta.

O jovem vivia num lar para pessoas com deficiências mentais chamado Stonecreek Lodge, em Washington. Em 26 de Outubro de 1981, Keith participou numa visita de estudo à floresta de Umatilla com outros residentes do lar em que vivia.

A certo momento da caminhada, o jovem foi autorizado, juntamente com outros dois participantes, a regressar para o carro em que viajaram. Contudo, Keith desapareceu para nunca mais ser visto. Em 1983, foi dado como morto, muito embora o seu corpo não tivesse aparecido.

A mãe, Rebecca Carroll, levou o caso à Justiça, alegando que os jovens tinham sido autorizados a regressar ao carro sem qualquer supervisão.

As autoridades afirmaram ser impossível esclarecer as causas da morte na medida em que os restos mortais não estavam completos.»



in JN online, 22-6-2012