segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Espanha: Foram encontrados os restos mortais dos irmãos Ruth e José desaparecidos em Córdoba

 
«Os restos mortais de Ruth e José, de seis e dois anos, que desapareceram a 8 de outubro passado, em Córdoba, Espanha, foram encontrados entre as cinzas de uma fogueira na propriedade dos avós paternos.


 


A polícia tinha analisado umas ossadas queimadas numa quinta, em Córdoba, pertencente à família de José Bréton, pai de Ruth e José, na sequência do desaparecimento das crianças, a 8 de outubro passado, quando estavam num parque em Córdoba, segundo o relato do progenitor.

As autoridades concluíram que eram restos mortais de animais roedores e não restos humanos. No entanto, a família de Ruth Ortiz, mãe das crianças, solicitou um relatório externo, realizado pelo antropólogo Francisco Etxeberria, vice-diretor do Instituto basco de Criminologia, que concluiu que as ossadas encontradas na fogueira "são de Ruth e José".

A unidade de criminologia violenta já confirmou o resultado deste relatório externo, no qual o antropólogo sugere que o pai das crianças construiu uma espécie de forno crematório, com uma chapa e tijolos, para conseguir atingir uma temperatura superior a 800 graus centígrados de forma a pulverizar os corpos e destruir provas.

Os restos mortais não podem ser submetidos a teste de ADN, mas verificou-se que as amostras pertencem a duas crianças com idades entre seis e dois, idades que tinham Ruth e José.

Crianças desapareceram à guarda do pai

Ruth e José, de seis e dois anos, respetivamente, desapareceram a 8 de Outubro. Nunca mais foram vistos desde aquele fim-de-semana que passavam na companhia do pai, em Córdoba, Espanha.

Os pais das crianças estavam em processo de divórcio. O pai tinha-se mudado para Córdoba com a família, enquanto a mãe permaneceu em Huelva com os filhos. Na manhã do dia 7, o pai foi buscar os dois irmãos a casa da avó materna, no intuito de passar o fim-de-semana com eles.

Ao final da tarde do dia 8, diz que foi ao parque infantil Cruz Conde com os filhos. Segundo o depoimento prestado às autoridades, Bréton afirma ter desviado a atenção por breves momentos e, quando voltou a olhar para a área de recreio, Ruth e José tinham desaparecido.»
 
 
 
in JN online, 27-8-2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

EUA: Restos mortais de jovem desaparecido há 30 anos encontrados numa floresta

«Funcionários do Serviço Florestal de Umatilla, no estado norte-americano de Oregon, revelaram ter encontrado os restos mortais de um jovem deficiente mental de 21 anos que se encontrava desaparecido há 30 anos.

Os funcionários afirmam que os testes de ADN correspondem a Keith Zunke, que desapareceu durante uma viagem de estudo na floresta.

O jovem vivia num lar para pessoas com deficiências mentais chamado Stonecreek Lodge, em Washington. Em 26 de Outubro de 1981, Keith participou numa visita de estudo à floresta de Umatilla com outros residentes do lar em que vivia.

A certo momento da caminhada, o jovem foi autorizado, juntamente com outros dois participantes, a regressar para o carro em que viajaram. Contudo, Keith desapareceu para nunca mais ser visto. Em 1983, foi dado como morto, muito embora o seu corpo não tivesse aparecido.

A mãe, Rebecca Carroll, levou o caso à Justiça, alegando que os jovens tinham sido autorizados a regressar ao carro sem qualquer supervisão.

As autoridades afirmaram ser impossível esclarecer as causas da morte na medida em que os restos mortais não estavam completos.»



in JN online, 22-6-2012

sábado, 26 de maio de 2012

Desaparecem 6 crianças por dia em Portugal

«Todos os dias desaparecem, em média, seis crianças e adolescentes em Portugal. Desde Janeiro, as autoridades policiais investigaram 892 processos de menores desaparecidos. A maioria dos rapazes e das raparigas (869 casos) foram encontrados, mas ainda falta saber o paradeiro dos restantes 23. No ano passado, os números foram alarmantes: foram registados 2842 desaparecimentos de menores, dos quais falta ainda saber onde estão 27.


- Rui Pedro desapareceu em 1998 -




Os dados foram revelados ontem, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, na conferência ‘Crianças desaparecidas e exploradas sexualmente’, organizada pelo Instituto de Apoio à Criança, na Assembleia da República. A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, manifestou-se "favorável à colocação de dispositivos electrónicos de localização", como os chips, em pedófilos, e defendeu a adopção de uma lei para referenciação de abusadores de menores.

A governante anunciou a regulamentação, para breve, de uma directiva comunitária que agrava as penas para os autores de crimes contra as crianças e penaliza outras situações. Um dos fenómenos que está a contribuir para o desaparecimento e a ocorrência de abusos sexuais de menores é o "aliciamento através da internet", alertou Aurora Dantier, subcomissária da PSP de Lisboa.

A reincidência dos pedófilos levou Dulce Rocha, vice-presidente do IAC, a defender a "avaliação periódica da perigosidade" dos agressores sexuais. A responsável lembrou a linha telefónica (116000) para a qual podem ser reportados os casos de desaparecimento de menores.

Quem não esquece os processos de desaparecimento são, além das famílias, os polícias. Alexandre Chagas, inspector da PJ, contou ao Correio da Manhã que não sente a "satisfação dos casos concluídos com êxito", porque não esquece um caso ainda em aberto: "Falta encontrar o [Jorge] Sepúlveda. Nunca o esqueci."

MÃE DE RUI PEDRO TEM ESPERANÇA

Foi com a esperança de que o filho Rui Pedro lesse as mensagens, escritas por alunos das escolas de Matosinhos e presas em balões brancos, que Filomena Teixeira participou ontem numa iniciativa simbólica, que reuniu cinco mil crianças.

"Quando larguei os balões estava a pensar no meu filho. Tenho esperança de que ele possa ver a mensagem. É isso que me move", disse ao CM. "A cada ano que passa é mais doloroso, mas, por outro lado, sinto-me mais acompanhada. Há 14 anos era uma luta sozinha", contou.»



in CM online, 26-5-2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Nova Iorque, EUA: FBI desvenda caso de criança desaparecida em 1979

«Etan Patz, um menino nova-iorquino de seis anos, desapareceu enquanto se dirigia para a escola, em 1979. A criança não deixou rasto e acabou por ser um dos nomes mais conhecidos na lista de crianças desaparecidas. O FBI ficou encarregado do caso e pode estar, agora, prestes a saber o que aconteceu.
Durante décadas, o FBI e a polícia de Nova Iorque, autoridades encarregadas da investigação do paradeiro de Etan Patz, receberam pistas que, mais tarde, levaram a buscas inconclusivas. No entanto, surgiram recentemente novas pistas que indicam que os restos mortais do menino, declarado morto em 2001, possam estar a uns metros de sua casa, em SoHo, Nova Iorque.

Etan Patz desapareceu em 1979 quando, pela primeira vez, se dirigia para a escola sozinho. O menino saiu de casa e caminhou pela rua Prince até à paragem de autocarro situada numa intercepção com a rua West Broadway, onde iria apanhar o autocarro para a escola. Enquanto percorria a rua, o menino foi observado pelos pais através da janela da habitação, até que a paisagem urbana os impediu de continuar. Nessa manhã, foi a última vez que Stan e Julie, pais de Etan, viram o filho.

Segundo uma pista recente investigada pelo FBI, as suspeitas recaem, agora, sobre Othniel Miller, residente no número 127 da rua Prince, a mesma rua onde Etan e os pais residiam.

O homem, actualmente com 75 anos, terá oferecido um dólar ao menino, em troco de ajuda no negócio de madeira que mantinha nessa mesma rua, na noite antes do desaparecimento.

Em 1979, a polícia chegou a desconfiar de Othniel Miller quando, no início das investigações, se apercebeu que o chão da sua loja tinha uma camada de cimento ainda fresco. No entanto, as autoridades não oficializaram a suspeita porque Miller os avisou de que se procedessem às escavações, teriam de pagar uma nova cobertura para o chão da loja.

Agora, devido aos novos desenvolvimentos do caso reaberto em 2010, o FBI procedeu às primeiras buscas na casa e na loja do homem suspeito. A certeza de que Othniel Miller seria o próximo alvo da investigação surgiu quando a mãe do menino desaparecido, Julie Patz, insistiu para que as autoridades voltassem a falar com ele.

Depois de terem interrogado Othniel Miller, os oficiais do FBI colocaram várias "tiras de odor", usadas para absorver cheiros, na cave do edifício onde vive o suspeito. Entretanto, as tiras foram levadas a cães especializados na detecção de cadáveres que rapidamente deram o alerta da existência de restos mortais.

Numa segunda fase, os animais foram levados até à cave para confirmação da possível prova mas "rapidamente foram atraídos até à sala da caldeira", reportou Stephen Kuzma, o responsável pelo edifício.

Na manhã desta quinta-feira, 40 investigadores do FBI, da polícia de Nova-Iorque e do Gabinete do Ministério Público de Manhattan procederam às buscas na cave do edifício, em SoHo, na esperança de encontrar provas ou restos mortais ligados ao desaparecimento de Etan Patz.

As escavações começaram na parede norte da estrutura onde nada foi encontrado, no entanto, os oficiais continuam com esperança de encontrar provas.

"Estamos obviamente confiantes de que iremos encontrar provas do desaparecimento de Etan Patz. Existem fortes razões que nos trouxeram até aqui" uma vez que "para nós e para a polícia de Nova-Iorque o tempo não interessa. O menino tinha seis anos quando desapareceu e enquanto não for apurado o que aconteceu não iremos desistir", explicou Tim Flannelly, porta-voz do FBI.»



in JN online, 20-4-2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Campanha de Amigos PROTOCOLOZERO Associação



Recebemos de Cidália Godinho - cidaliag@espart.pt - um e-mail com o seguinte teor:

«Caros,
Todos vós conhecem um pouco da minha história enquanto mãe da Inês, uma adolescente muito difícil e com problemáticas diversas, que tem acompanhado a minha existência nos últimos 8 anos. Mas nem tudo é mau! Graças à associação PROTOCOLOZERO consegui reencontrar a minha filha! Os elementos que compõem a associação têm sido de uma extrema entrega, dedicação e carinho. Amigos 24 horas por dia. Sem eles os meus dias seriam, decerto, bem mais solitários e amargos. E tudo isto fundamentado unicamente no imenso AMOR que nutrem pelos outros, a custo zero, sem nada pedir. Mas para conseguirem uma maior eficácia e abrangência precisam, com urgência, de um local onde possam reunir, aconselhar, fazer aquilo que tão bem sabem… Ajudar o próximo nas mais diversas vertentes com muito AMOR! Fiquei muito sensível ao apelo da associação no sentido de arranjar verbas para o aluguer de uma sala. Ou, então, se alguém tiver um espaço que possa ceder…
Vamos ser “AMIGOS” do PROTOCOLOZERO (eu já sou!) e, entre todos, possibilitar esse sonho a esta associação. Vamos reunir verbas (nem que seja € 0,20 por dia). Quem estiver interessado em ajudar contacte-me ou consultem o site da associação em http://protocolozero.tk!
A todos o meu BEM HAJAM!»





quarta-feira, 18 de abril de 2012

Jovens de Nelas foram encontradas na cidade da Guarda

«As duas jovens, de 15 anos, residentes em Nelas e que estavam desaparecidas desde segunda-feira foram ontem à noite encontradas na Guarda.

Jéssica Oliveira e Sílvia Branquinho estavam bem de saúde e as autoridades confirmam que as duas jovens terão fugido de casa, afastando-se assim qualquer hipótese de crime na origem do desaparecimento.

Tal como o DN noticou anteriormente, um taxista confirmou à GNR que as transportou até Viseu, ao Palácio do Gelo, na segunda-feira à tarde. Depois disso não se soube para onde foram as estudantes da Escola Secundária de Nelas.»



in DN online, 18-4-2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

Nelas: Silvina Branquinho e Jessica Oliveira estão desaparecidas (actualização: foram encontradas na cidade da Guarda)




«Duas amigas de 15 anos, que frequentam a Escola Secundária de Nelas, estão desaparecidas desde segunda-feira de manhã. Segundo a GNR, não há indícios de crime.

Silvina Branquinho e Jessica Oliveira, ambas de 15 anos, faltaram às aulas na segunda-feira, o que levou a escola a contactar a família. Posteriormente, os pais formalizaram o desaparecimento junto da GNR, que está "a diligenciar no sentido de as localizar".

O relações Públicas da GNR de Viseu, Paulo Fernandes, diz que "aparentemente as duas jovens terão fugido", descartando-se o cenário de um possível rapto.

"A GNR está a fazer a difusão das fotografias das duas raparigas, que se terão ausentado voluntariamente", adiantou.»



in JN online, 17-4-2012




Actualização do post:


«As duas jovens, de 15 anos, residentes em Nelas e que estavam desaparecidas desde segunda-feira foram ontem à noite encontradas na Guarda.

Jéssica Oliveira e Sílvia Branquinho estavam bem de saúde e as autoridades confirmam que as duas jovens terão fugido de casa, afastando-se assim qualquer hipótese de crime na origem do desaparecimento.

Tal como o DN noticou anteriormente, um taxista confirmou à GNR que as transportou até Viseu, ao Palácio do Gelo, na segunda-feira à tarde. Depois disso não se soube para onde foram as estudantes da Escola Secundária de Nelas.»



in DN online, 18-4-2012