segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Manuel Correia Azevedo (actualização: foi encontrado COM VIDA)

Desapareceu no domingo passado, 25 de setembro

(Imagem removida pelo editor deste blogue)



Acabamos de receber de Maria Dulce Correia Azevedo Fonseca, um e-mail com o seguinte teor:

«DESAPARECEU ONTEM 25 DE SETEMBRO 2011 PELAS 15 HORAS, DA ZONA DE FAMÕES, PERTO DA PONTINHA E EM CONSEQUÊNCIA DE LISBOA Manuel Correia Azevedo, tem 78 anos, sofre de Parkinson e teve uma grave lesão na coluna que o faz andar completamente curvado, com uma bengala e de uma estatura muito pequena. Já foi comunicado á Polícia. Só tinha consigo o passe de transporte de reformado da Carris. Agradeço a todos que comuniquem com os v/amigos pois como sabem as primeiras horas são essenciais. Por favor ajudem-nos a encontrá-lo. Obrigado.»

Qualquer informação sobre o paradeiro do senhor Manuel Azevedo, deve ser transmitida para qualquer esquadra da PSP ou posto da GNR. Ou ainda para este e-mail: m.fonseca20@gmail.com


Actualização de post


E-mail recebido há cerca de 30 minutos:

«Desaparecimento de MANUEL CORREIA AZEVEDO

Exmo. Senhor

felizmente hoje cerca das 12,30h foi encontrado o meu tio, com vida e consciente, apesar de se terem passado quase 48 horas, ele resistiu e apareceu no Pinhal da Paiã, dentro de umas silvas e foi encontrado pelo filho, que voltou novamente ao mesmo local onde já tinha estado. Encontra-se no Hospital, a ser tratado.

Quero agradecer a celeridade com que tratou do assunto e o meu bem haja pela sua página, em momentos de aflição necessitamos de tudo. Mais uma vez muito muito obrigado. Felizmente nós tivemos sorte.

Os meus mais respeitosos cumprimentos
Maria Dulce Correia Azevedo Fonseca»


Santarém, 27-9-2011, 13h55m

Márcia Sofia Cardoso da Silva

Pedido de localização



Recebemos de Isabel Silva (isabel.silva1958@gmail.com) um  pedido de localização da sua sobrinha:

Márcia Sofia Cardoso da Silva

Filha de João Carlos do Carmo Silva e de Maria Adelaide Gouveia Cardoso

Márcia Sofia tem 30 anos, nasceu em Lisboa, no dia 22-9-1981.

A última vez que houve contacto foi há cerca de 4 anos, e tinha a intenção de viajar para os Açores.

Qualquer informação acerca do paradeiro de Márcia Sofia, deve ser endereçada para o e-mail indicado em cima.



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Caso Rui Pedro com julgamento marcado para 17 de Novembro

«O Tribunal de Lousada marcou para 17 de Novembro o início do julgamento do homem acusado do rapto de Rui Pedro, criança que desapareceu no dia 4 de Março de 1998, confirmou hoje à Lusa o advogado do arguido.


- Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro -


Segundo Paulo Gomes, a primeira sessão está marcada para as 09:30.

A decisão instrutória do processo determinou, no dia 6 de Junho, que Afonso Dias, o único arguido do processo, devia ser submetido a julgamento por haver "indícios e sinais objectivos" da prática de um crime de rapto qualificado.

O magistrado Jorge Moreira Santos considerou, em despacho de pronúncia, que as provas que constam da acusação indiciam que o arguido "criou, de forma enganosa", condições para conduzir Rui Pedro, então com 11 anos, à freguesia de Lustosa para se encontrar com uma prostituta.

O juiz baseou-se nas declarações de algumas crianças que disseram ter visto Rui Pedro a falar, nas proximidades da Escola Secundária de Lousada, com o arguido no dia do desaparecimento.

Na acusação do caso Rui Pedro sustenta-se a "forte probabilidade" de Afonso Dias, então com 21 anos, ter conduzido o menor para um encontro sexual com prostitutas.

Depois disso, Rui Pedro nunca mais foi visto, apesar de diligências que se estenderam pelo estrangeiro e contaram com a colaboração da Interpol.

No final da leitura do despacho de pronúncia, Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro, disse esperar que no julgamento de Afonso Dias "a justiça possa descobrir" o que aconteceu ao seu filho.

"Espero que possam surgir novas provas", afirmou.

O advogado da criança desaparecida disse à Lusa acreditar que "neste novo passo [julgamento], em que se abre um novo ciclo, se possa vir a saber o que aconteceu ao Rui Pedro".

"A justiça que não desiste, que está ao serviço dos valores, que não baixou os braços e que conduziu este processo a uma acusação e agora a uma pronúncia, que são justas, e que aos pais do Rui Pedro faz abrir uma nova esperança", afirmou Ricardo Sá Fernandes.

Opinião diferente sobre o despacho do juiz de instrução tem o advogado de defesa do único arguido, para o qual o seu constituinte nem sequer devia ter sido acusado.

Em declarações à agência Lusa, Paulo Gomes recorda que na fase de instrução os indícios são quase sempre suficientes para justificarem a pronúncia, mas lembrou que no julgamento "tudo será diferente".

"Em sede de julgamento, as regras alteram substancialmente, porque aí os indícios não são suficientes para a condenação. Terá que haver provas absolutas da sua condenação", considera o jurista.»

in DN online, 08-9-2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Albino Gonçalves de Jesus


Pedido de localização


Recebemos de Paula Sofia  (graficovinil@gmail.com) um pedido de localização do seu pai, que nunca viu: Albino Gonçalves de Jesus.

Aquilo que Paula sabe do pai:

- Esteve na guerra do ultramar como sargento.

- Nos anos 60 foi agente da Polícia Judiciária, em Lisboa.

- Posteriormente trabalhou numa agência de seguros.

- Albino de Jesus terá procurado a sua filha Paula uma vez, mas foi mal recebido pelo Nuno, irmão de Paula, também filho de Albino.

- "só gostava de o ver pelo menos uma vez na vida", diz Paula no e-mail.


Qualquer informação que ajude a Paula Sofia a localizar o seu pai, deverá ser enviada para o seu e-mail, mencionado em cima.

José Simões Valente‏ (Caderno)

Desapareceu no dia 25-8-2011



Recebemos ontem à tarde um e-mail de Tânia Fernandes (tania_fernandes500@hotmail.com) com o seguinte apelo:

«Caderno,  era assim que este senhor era conhecido em todo o lado, natural de Amoreira Cimeira - Pampilhosa da serra, era amigo de toda a gente e onde ele estava ninguém passava fome nem sede... Tinha carrinhos de choque, tinha apenas 54 anos, mas sofria de um cancro maligno e de uma depressão profunda que não o deixava dormir... Infelizmente na passada quinta feira, 25 de Agosto encontrava-se a fazer feira em Coimbra juntamente com a esposa, Helena, o filho, Ricardo, a nora e a neta e quando já tardava, por volta das 6:30h da tarde, saiu de casa e acabou por desaparecer sem deixar rasto nem nenhuma pista de para onde poderia ter ido... Não levou pertencentes nenhuns, telemóvel, relógio, dinheiro ou documentação, apenas a roupa que trazia no corpo…
Peço a todos que se alguém o viu em Coimbra ou redondezas que contactem a família.»


Notas do editor de 'Desaparecidos em Portugal':
Divulgar o desaparecimento e publicar a foto da pessoa desaparecida é algo que requer alguma cautela. Por isso, fiz uma pesquisa e encontrei esta notícia no Diário de Coimbra online:

«A família de José Simões Valente continua sem saber do seu paradeiro e apela a todos os que o possam ter visto em algum local para entrarem em contacto com as autoridades. Ontem, durante a manhã, os Bombeiros Sapadores e os Bombeiros Voluntários prosseguiram as buscas iniciadas no rio Mondego na sexta-feira, mas sem qualquer sucesso.

Perante a ausência de qualquer indício de que o indivíduo de 54 anos, residente na Pampilhosa da Serra, se tivesse atirado ao rio, bombeiros e forças de segurança retiraram os meios de socorro – bote de salvamento e viatura de mergulho - da zona do Choupalinho. Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), disse ao Diário de Coimbra que os mesmos voltarão a ser accionados assim que surjam novas pistas sobre o paradeiro do homem, que sofreria de graves problemas de saúde e recebia tratamento numa unidade de saúde da cidade.»



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mariana Vieira Martins Gonçalves - Pedido de localização


- Mariana Vieira Martins Gonçalves -


Recebemos da senhora Fernanda Martins Dias um e-mail onde nos pede a divulgação do pedido de localização da sua filha Mariana Vieira Martins Gonçalves, de 29 anos de idade, que saiu de casa em Março passado.

Presume que a filha se encontra na Suiça, país que visitou no ano passado.

Desde Março que não dá notícias.

Mariana Gonçalves deixou com a sua mãe, uma filha menor de 7 anos, o que leva a supor que esteja algures contra sua vontade.

Qualquer informação que ajude esta mãe a localizar a sua filha, deverá ser endereçada para o seguinte e-mail: fernanda_martinsdias@hotmail.com



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Desapareceram 41 crianças no ano passado em Portugal

«O SOS-Criança sinalizou 41 crianças dadas como desaparecidas em 2010. A maioria fugiu de casa, mas também houve raptos parentais e fugas de instituições. Uns estiveram desaparecidos menos de dois dias, outros mais de um ano.

A maioria das crianças que desapareceu no ano passado tinha fugido de casa (25), mas também houve 10 casos em que se tratou de raptos parentais e outras seis situações em que os menores fugiram das instituições onde estavam, revela o relatório do SOS-Criança, um organismo criado em 1989 pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Dez menores estiveram desaparecidos menos de dois dias e sete menos de uma semana. O relatório indica ainda que em cinco casos o menor conseguiu estar incontactável entre uma a duas semanas e houve três crianças que desapareceram durante duas a três semanas.

Três menores fugiram durante três a quatro semanas e outros dois estiveram por localizar por um período superior a um mês. Em três casos, os menores desapareceram durante mais de meio ano e em quatro casos mais de nove meses. O relatório indica ainda que três menores estiveram mais de um ano desaparecidos.

A maioria destas crianças tinha alguém “à sua espera”: 12 estavam com o progenitor, 16 com os companheiros ou amigos e cinco com os irmãos. Quinze menores acabaram por regressar a “casa” por sua iniciativa, ao passo que em seis situações foi a família ou a polícia (seis vezes) que deslindou o caso. “Duas crianças não quiseram regressar a casa/instituição e nove têm processo aberto”, refere o relatório, indicando que 12 dos “desaparecidos” eram reincidentes.

Nos raptos parentais, em 13 casos os pais ainda estavam casados, oito estavam divorciados, seis separados havendo ainda duas uniões de facto ou solteiros. O estado civil dos pais de nove crianças desaparecidas manteve-se desconhecido até agora.

Conflitos familiares razão mais comum para as fugas

Foram precisamente os conflitos familiares a principal razão de fuga, seguindo-se a internet e a influência de amigos. “A violência doméstica foi responsável por quatro desaparecimentos e os maus-tratos por três”. O relatório aponta ainda casos de doenças psiquiátricas, negligência, problemas comportamentais, namoro e até uma história de um menor que fugiu para ir a um concerto.

No ano passado desapareceram 31 raparigas e 10 rapazes e é perto do fim-de-semana que acontece a maioria dos casos: 11 numa sexta-feira, sete na quinta e outros cinco casos na segunda-feira.

Quanto às idades, não existe um padrão: no ano passado desapareceram duas crianças de dois anos e seis com três, cinco, seis, sete, dez e onze anos, mas também cinco jovens de 16 anos e quatro de 17 anos.

A maioria vivia em Lisboa (11). Em Évora e Bragança desapareceram quatro menores em cada um dos distritos. Setúbal, Braga, Coimbra, Faro, Leiria, Viseu, Santarém e Aveiro também registaram casos.

Na maior parte das situações o alerta foi feito pela família, mas também existiram onze fugas denunciadas pela comunidade e sete por profissionais de instituições ligadas a crianças. Em dois casos, foram os próprios “fugitivos” que contactaram os serviços SOS-Criança Desaparecida.

Oito denúncias chegaram aos serviços SOS por e-mail, as outras 33 por telefone, revela o relatório que indica ainda que o Serviço de Crianças Desaparecidas já sinalizou 318 casos ao longo destes anos. Só no ano passado foram 41, metade dos registados em 2009, altura em que os serviços sinalizaram 88 crianças desaparecidas.»

in Público online, 10-8-2011