quinta-feira, 2 de junho de 2011

Torres Vedras: PJ investiga desaparecimento de casal (actualização: encontrados sem vida)

«A Polícia Judiciária está a investigar o desaparecimento de um casal de sexagenários no concelho de Torres Vedras ocorrido no sábado, data a partir da qual deixaram de contactar com familiares, que acreditam tratar-se de "acidente ou crime".

Fonte da Polícia Judiciária (PJ) confirmou à Lusa que está a investigar o caso e confirmou que se desconhece o paradeiro do casal, de 67 e 68 anos, e do respectivo automóvel.

Luís João Capela, filho do casal, disse que foi o último familiar a contactar no sábado com a mãe e o pai, de cuja casa de férias, na localidade de Casalinhos de Alfaiata, saiu cerca das 17 horas.

"Estavam bem", afirmou, acrescentando que foi a irmã que deu pela falta dos pais quando, no domingo, se deslocou à residência para "almoçar e encontrou a casa vazia", sem que os pais tivessem avisado de uma eventual ausência.

A família afasta a hipótese de se tratar de um "desaparecimento intencional" do casal e prefere falar em "acidente ou crime", justificando que "todas as vezes que iam de férias avisavam com antecedência" e que desconhecem quaisquer problemas que o pai, proprietário de uma empresa de madeiras, pudesse ter com o negócio.

O caso está a ser investigado pela secção de homicídios da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária.»


in JN online, 02-6-2011


Notas do editor de 'Desaparecidos em Portugal':
Segundo o jornal 'Correio da Manhã, edição online de 09-6-2011, este casal foi encontrado ontem, sem vida, na Lagoa Azul, Sintra.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O que se passa com o Blogger/Google?

Ontem, 24-5-2011, não consegui fazer o login para este blogue!



No espaço de uma semana é a segunda vez que no Blogger/Google estão a acontecer anomalias que nunca tinham acontecido em vários anos a publicar nesta plataforma.



Imagem in Google

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Pedido de localização de Joel José Rosa

Recebemos de Maria Luísa Pereira Rosa, um pedido de localização do seu pai Joel José Rosa, cujo contacto perdeu há 11 anos.

- Joel José Rosa -

Maria Luísa Pereira Rosa, sabe que o seu pai vive em Setúbal e trabalha na lota.

Solicitamos a quem possa saber o paradeiro de Joel José Rosa, o favor de contactar a filha deste através do e-mail: luisarosa62@gmail.com


Este pedido foi-nos feito por e-mail de Maria Luísa Pereira Rosa

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Carlos Lima (actualização: Já apareceu!)

Desapareceu em 15-05-2011

(Imagem removida)


 No passado Domingo, dia 15 de Maio, desapareceu Carlos Lima, de 66 anos de idade.

Encontrava-se na localidade da Serra das Minas (Rio de Mouro, Sintra), tendo saído apenas para fumar.

Trata-se de uma pessoa que estava temporariamente em Portugal, vindo de Holanda, país onde reside.

A pessoa em causa tem cerca de 1,72 m e estava na altura vestido com umas calças de ganga e uma camisa de tom azulado, com quadrados.


Caso o tenha avistado, por favor contacte a sua família:


 Foto e texto recebidos por e-mail de Vítor Costa,  sobrinho do desaparecido

Trinta detectives e milhões de libras para procurar Maddie

«A polícia britânica vai afectar 30 detectives e milhões de libras na investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, a menina desaparecida na praia da Luz, Algarve, em Maio de 2007.




A Scotland Yard decidiu abrir uma investigação depois da carta enviada pelos pais de Maddie ao primeiro-ministro britânico, David Cameron, a pedir uma revisão independente do caso.

A notícia da reabertura da investigação foi criticada com o argumento de que os recursos da polícia eram mais urgentes para outros casos. Além disso, alguns dos 30 detectives estavam prestes a reformar-se e outros a entrar em baixa voluntária.

A Scotland Yard vai agora rever todos os arquivos cedidos pela polícia portuguesa, uma tarefa que será dirigida pelo inspector-chefe da unidade de homicídios Andy Redwood.

Novamente se afectam os oficiais a uma investigação complexa na qual as possibilidades de sucesso não estão claras e que desviará recursos da polícia que poderiam ser empregos para resolver outros problemas”, criticou o membro da Polícia Metropolitana Lord Harris.»


Texto in CM online, 18-5-2011
Foto in Google

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Após desaparecimento da filha Maddie, Kate McCann perdeu desejo sexual pelo marido

«"Depois de a Madeleine nos ter sido tirada, o meu desejo sexual passou para zero". A revelação é de Kate McCann, mãe de Maddie, e consta do livo que a britânica lança em Portugal dia 23.



"A nossa vida sexual não é algo que eu normalmente estivesse inclinada a partilhar. Porém, é uma parte tão importante na maioria dos casamentos que não parece correcto não reconhecer isto", explica Kate, hoje com 43 anos.

A mãe de Maddie conta que, "além do estado de choque e ansiedade" que ela e o marido, Gerry, de 42, experimentaram após o desaparecimento da filha, a 3 de Maio de 2007, e do facto de não se conseguir "concentrar em mais nada para além de Madeleine", duas razões impediram-na de manter uma vida sexual activa: "A incapacidade para me permitir qualquer prazer, quer fosse a ler um livro, quer fosse a fazer amor com o meu marido" e "o medo de que Madeleine tivesse o pior destino que podíamos imaginar, que tivesse caído nas mãos de um pedófilo".

Kate explica que Gerry nunca a fez sentir-se culpada nem a pressionou: "De facto, às vezes até me pedia desculpa. Invariavelmente, punha um grande e reconfortante braço à minha volta e dizia que me amava e para não me preocupar".

Depois, Kate conta a luta que travou para ultrapassar o problema. "Estava determinada a não me deixar abater por isto, a não capitular e aceitar isto como apenas um desafortunado efeito secundário da tragédia". Falou "um pouco" com Gerry e com um psicólogo, que lhe assegurou que o desejo sexual iria regressar gradualmente.

"No fundo sabia que só havia duas soluções: recuperar a Madeleine ou conquistar o meu bloqueio mental. Como a primeira solução não estava no meu controlo, competia-me tentar treinar os meus processos mentais e pensamento", admite. "Olho para trás e penso como o Gerry e eu conseguimos continuar juntos", conclui a britânica.

"REGRESSO A CASA NÃO FOI TÃO TRAUMÁTICO QUANTO ESPERAVA"

Numa outra passagem do livro ‘Madeleine', Kate reconhece que o regresso a casa, em Rothley, Inglaterra, não foi tão traumático quanto esperava. "De facto, até foi reconfortante", assume.

A mãe de Maddie explica esse sentimento "talvez por ter os objectos familiares à volta, que aliviou algum do stress", ou "talvez por a casa estar cheia de recordações da Madeleine". O passo seguinte, conta Kate, foi enfrentar o estatuto de arguidos e a forma como a comunidade local ia reagir. "Houve ocasiões em que estava na rua com o Sean e a Amelie [irmãos de Maddie] e um deles começava com uma birra", descreve. "Tinha medo que as pessoas julgassem os meus filhos e a forma como eu lidava com o comportamento deles".

Kate diz ainda que a sua fé em Deus não foi abalada, pois a culpa é "do raptor" e, onde quer que a filha esteja, "Deus está com ela".»


in CM online, 10-5-2011