sábado, 30 de abril de 2011

Adélia Maria Gonçalves de Azevedo da Silva (actualização do post: Ossadas humanas encontradas na freguesia de Lordelo)

Desapareceu em 2004

(Foto removida após conhecimento do aparecimento das ossadas de Adélia Silva)

Nome: Adélia Maria Gonçalves de Azevedo da Silva

Data de Nascimento: 23.06.1964

Natural de: Portugal (Braga - Guimarães - Lordelo)

Nacionalidade: Portugal

Filha de: Jorge Abílio Ferreira de Azevedo e Rosa Maria Rodrigues Gonçalves

Data de Desaparecimento: Entre 30.11.2004 e 01.12.2004

Outras Informações:
Estado civil: Casada. A referida encontra-se desaparecida desde a noite de 30 de Novembro para 1 de Dezembro de 2004 . Na altura do desaparecimento, vestiria um pijama de cor vermelha, "cardado por dentro", constituído por camisola (aberta até ao peito, com dois ou três botões e com algumas flores estampadas nessa zona) e calças da mesma cor, com bainha debruada a tecido com cores branco e vermelha, "tipo xadrez". Calçava chinelos brancos em couro, com sola preta, do tamanho 39/40. Andava com problemas do foro mental, ao ponto de ter estado internada em data anterior à do desaparecimento.

Imagem e informações in http://www.policiajudiciaria.pt



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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Mário Cerqueira Domingues

Desapareceu em 2006


Nome: Mário Cerqueira Domingues

Data de Nascimento: 20.12.1960

Idade Actual: 50 anos

Natural de: Portugal (Arcos - Braga)

Nacionalidade: Portugal

Data Desaparecimento: 18.10.2006

Altura: 1,60

Outras Informações:

Foi visto pela última vez na Casa de Saúde S.João de Deus, em Arcozelo - Braga, onde se encontrava internado.


Imagem e informações in http://www.policiajudiciaria.pt/


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Paula Fernanda Ramalho Palaio

Desapareceu em 2007


Nome: Paula Fernanda Ramalho Palaio

Data de Nascimento: 01.01.1969

Idade Actual: 42 anos

Desapareceu em: 17.08.2007

Altura: 1,59

Cabelo: Louro

Olhos: Castanhos

Sinais Particulares: Compleição física bastante magra

Outras Informações:

Desapareceu em Oeiras, próximo do Bairro Pombal. Na altura do seu desaparecimento trajava uma T-shirt encarnada da BB Selecção Portuguesa de Futebol, com o nº 7 atrás, calças de cor azul claro e sapatos pretos. Sofre de vários problemas de saúde, nomeadamente da tiróide muito desenvolvida e tremuras. Sofre também de descoordenação motora causada por doença do foro neurológico.


Imagem e informação in http://www.policiajudiciaria.pt/


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Montalegre: Cadáver encontrado numa floresta, pode ser de idoso desaparecido de lar

«Um cadáver foi encontrado hoje numa floresta perto da aldeia de Castanheira da Chã, em Montalegre, e as autoridades suspeitam ser de um idoso desaparecido a 4 de Abril, informou à Lusa fonte da GNR.

Segundo a mesma fonte, o cadáver estava em avançado estado de decomposição, mas “pelas características fisionómicas e pela roupa tudo indica que seja do idoso desaparecido do lar” de S. José, no início do mês.

O alerta, segundo fonte dos Bombeiros de Montalegre, foi dado por um pastor da aldeia que passou pelo local com o rebanho e avistou a cabeça do cadáver separada do corpo que estaria "mais à frente”. O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal do Hospital de Chaves para a respetiva autópsia. A investigação está agora entregue à Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real.

O idoso do Lar de S.José da Misericórdia de Montalegre, de 84 anos, de quem as autoridades suspeitam ser o cadáver, estava desaparecido desde o dia 4 de Abril. O octogenário saiu, pela manhã, para passear pela vila e visitar os filhos como fazia “todos os dias”, contudo “às 12:00 não regressou ao lar para almoçar”, referiu no dia do desaparecimento a diretora técnica da instituição, Luísa Pereira.

Conhecido como pouco comunicativo, o idoso não tinha grandes problemas de saúde, apenas coxeava de uma perna e “por vezes, ficava esquecido”, frisou.

No decorrer das buscas, dois homens dizem ter visto o idoso na floresta perto da localidade de Castanheira da Chã, local onde hoje apareceu o cadáver.

Os cães das equipas cinotécnicas também farejaram o rasto do utente do lar até à entrada da mesma aldeia. As buscas para encontrar o octogenário nunca foram suspensas e centraram-se "principalmente" nessa zona, mas “nunca foi encontrado qualquer vestígio”, ressalvou fonte policial.»


Lusa, 25-4-2011


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Polícia Judiciária investiga ossadas humanas descobertas na Lousã

«A Polícia Judiciária de Coimbra está a investigar o caso de umas ossadas humanas encontradas, esta quarta-feira (20), na Serra da Lousã, revelou fonte policial.

Segundo uma fonte da GNR de Coimbra, as ossadas foram encontradas na zona de Serpins, por madeireiros que trabalhavam no local.

No âmbito desta investigação, e de acordo com a mesma fonte policial, há casos de pessoas desaparecidas na zona pelo menos há um ano.»


(21-4-2011)


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pedido de localização de Manuel Fernando Pedro Garcia

Recebemos de Moniz Fernandes Garcia, residente em Angola, um pedido de localização do seu irmão Manuel Fernando Pedro Garcia, residente em Portugal há mais de 20 anos:


Manuel Fernando Pedro Garcia


Filho de: Pedro Fernando Garcia e Filipa Ricardo António
Natural de: Angola
Data de Nascimento: 28 de Março de 1957
Portador do B.I. Português nº 15269983, emitido por Lisboa, em 15-12-2006
Residente: Rio de Mouro – Sintra


Qualquer informação sobre a localização de Manuel Fernando Pedro Garcia, deverá ser comunicada para:

Moniz Fernandes Garcia

 

domingo, 17 de abril de 2011

Polícia Judiciária de Lisboa já recebeu 230 participações de desaparecimentos de crianças e jovens este ano

«Há jovens que chegam a desaparecer "cinco vezes no mesmo trimestre". As mais de 200 participações correspondem afinal a 150 desaparecimentos efectivos.

Só nos primeiros três meses deste ano, a Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa já recebeu 230 comunicações sobre crianças e jovens (até aos 17 anos) desaparecidos. Mas as estatísticas devem ser analisadas com cautela. É que há casos de jovens "que chegam a desaparecer cinco vezes no mesmo trimestre", explica Ramos Caniço, o director da Unidade de Informação de Investigação Criminal (UIIC) da Polícia Judiciária (PJ). As 230 participações equivalem só a cerca de 150 desaparecimentos. Destes, 20 continuavam por resolver a 31 de Março.

Nos últimos cinco anos, a taxa de recuperação de crianças (até aos 12 anos) é de 100%. Desde 2006 que nenhum caso fica por resolver. Parte do sucesso da investigação tem a ver com a criação de um serviço de prevenção para desaparecidos, que funciona 24 horas por dia. "Quando alguém se dirige a um piquete para comunicar um desaparecimento, há dois inspectores de prevenção, que fazem a triagem e iniciam as diligências imediatamente", explica o chefe da Brigada de Desaparecidos, o inspector Nogueira. Esperar 48 horas após o desaparecimento, garante, "é um mito". Até porque, acrescenta Ramos Caniço, os desaparecimentos têm um ponto em comum com os homicídios: "As primeiras horas são cruciais."

A polícia parte sempre das informações dadas por quem participa o desaparecimento. "Pode já suspeitar de alguma coisa ou dar indicações sobre lugares onde a pessoa possa estar ou se costuma quebrar as suas rotinas", explica Ramos Caniço. Seguem-se as diligências de rotina, iguais para todos os casos: contactar hospitais, institutos de medicina legal e, se necessário, a GNR e a PSP.

Já os contactos com a comunicação social devem ser geridos com cuidado. "A divulgação pode ter um efeito perverso e, no caso, por exemplo, de um rapto, pode levar a que os raptores assassinem a vítima, com medo de serem posteriormente reconhecidos", diz Ramos Caniço.

Apesar do sucesso na recuperação de crianças e jovens, o director da UIIC admite que a média pode mudar a qualquer momento: "Temos tido sorte. Tenho a noção de que a qualquer momento podemos ter uma Maddie. Não somos bruxos, somos apenas polícias", diz.

Difícil investigar

Só os desaparecimentos em que não haja suspeita de crime - rapto, por exemplo - são investigados pela Brigada de Desaparecidos, que, em Lisboa, conta apenas com oito elementos permanentes.

Os restantes casos são encaminhados para unidades especializadas. "O desaparecimento, por si só, não é um crime e não é tratado como processo-crime", diz o director. Isto tem uma vantagem: um desaparecimento nunca prescreve, mas também acarreta desvantagens: os inspectores que integram as brigadas de desaparecidos não podem socorrer-se de todas as ferramentas de investigação criminal - como escutas, buscas em residências e todas as que precisem de autorização prévia de um juiz. De qualquer forma, "90% dos desaparecimentos não são fruto de crime", garante o inspector Nogueira.

Raptos parentais

Normalmente, as crianças até aos 12 anos desaparecem porque se perdem, diz o inspector, que recorda o caso, não muito antigo, de uma criança de quatro anos que esteve desaparecida dois dias - a apenas 500 metros de casa, sem saber como regressar. Também há casos de crianças que assistem a cenas de violência entre os pais e "acabam por sair de casa, desorientadas". Acabam por voltar horas ou poucos dias depois.

Até à faixa etária dos 12 anos, há outro fenómeno em crescimento: os raptos parentais. Nos últimos três meses, Lisboa registou 12 desaparecimentos de crianças com menos de 12 anos. "Cerca de 80% são raptos parentais", assume o inspector Nogueira.

No mesmo período, houve 218 participações relativas a jovens entre os 12 e os 17 anos, que correspondem a cerca de 120 desaparecimentos efectivos. Vinte ainda estavam por resolver no final do mês passado. "Mas nenhum destes casos é especialmente complicado, será uma questão de dias até os resolvermos", garante o inspector.

Clientes habituais

Entre os adolescentes, o habitual fenómeno da sazonalidade dos desaparecimento mantém-se. Em Maio e Junho os números disparam, porque os jovens não querem contar aos pais que vão chumbar na escola e fogem de casa. Em Setembro aumentam novamente, por causa dos amores de Verão. Em qualquer dos casos, os adolescentes regressam voluntariamente, passados poucos dias.

Também há os adolescentes, sobretudo institucionalizados, que são clientes habituais da brigada. Chegam a desaparecer várias vezes no mesmo ano. "No ano passado fomos buscar o mesmo rapaz várias vezes ao Colombo e ao Vasco da Gama. Gostava de sair, de ver as montras e depois acabámos por perceber que também gostava de andar no carro da polícia", recorda Ramos Caniço. Estes casos contribuem para inflacionar, muito, as estatísticas. "No entanto, não levantam problemas. Há alguns jovens de quem até já temos o número de telemóvel e basta ligar-lhes a perguntar quando tencionam voltar", revela o director.»


in jornal "i" online, 16-4-2011